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Flautista
Flautista, 1934. Óleo sobre madeira de Candido Portinari

Há mais de um mês que me agito e trabalho — de graça — num país em que se inventam os empregos para a vadiagem remunerada.

— Euclides da Cunha em carta a Plínio Barreto, 22 de outubro de 1904

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Seringueiro, de Percy Lau
Seringueiro, de Percy Lau, em “O seringal e o seringueiro”, de Arthur Cezar Ferreira Reis, 1953

De feito, o seringueiro, e não designamos o patrão opulento, senão o freguês jungido à gleba das “estradas”, o seringueiro realiza uma tremenda anomalia: é o homem que trabalha para escravizar-se.

Euclides da Cunha, À Margem da História, I Parte: Na Amazônia — Terra sem História, Impressões Gerais.