Os Sertões

Os Sertões, de Euclides da Cunha
Detalhe da capa da 22º edição de Os Sertões, de 1952

Mas preciso dizer-lhe que não o mandei espontaneamente [Os Sertões], porque aquele livro bárbaro de minha mocidade, monstruoso poema de brutalidade e de força — é tão distante da maneira tranquila pela qual considero hoje a vida, que eu mesmo às vezes custo a entendê-lo. Em todo o caso é o primogênito do meu espírito…

— Euclides da Cunha em carta a D. Agustín de Vedia, Rio de Janeiro, 13 de outubro de 1908

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